Vi um sonho, onde a floresta invadiu a cidade

A previsão de que no futuro a maior parte da população mundial estaria vivendo em áreas urbanas se concretizou, porém, não em cidades caóticas sem qualidade de vida, mas sim, em espaços urbanos reinventados com a ajuda da tecnologia e em surpreendente harmonia com a natureza.

Corredor Paulista, biodiversidade da Mata Atlântica integrou parques, reservas

A macrometrópole localizada no planalto atlântico paulista foi atravessada por um empreendimento que desencadeou a grande mudança. O Corredor de Biodiversidade da Mata Atlântica integrou parques, reservas, terras indígenas e quilombolas, áreas de cultivo, pastagens, centros urbanos e atividades industriais; além de re-conectar os fragmentos de florestas que garantem a sobrevivência das espécies, o equilíbrio dos ecossistemas e o bem estar humano.

A nova cidade tem sistema de transporte coletivo eficiente e prioriza as ciclovias e vias para pedestres. A nova geração de edifícios inteligentes e auto-sustentáveis são capazes de gerar a própria energia e alimentos para seus moradores e tratar o próprio esgoto.

Os novos biomateriais desenvolvidos a partir de espécies vegetais e nanotecnologia da Mata Atlântica em laboratórios híbridos surpreendem até os google nanocientistas mais ambiciosos.

No setor de mobiliário residencial, os biomateriais a partir de taquara com células ósseas fazem a maravilha dos conhecidos nanolabs de desenvolvimento, células produtivas espalhadas em todos bairros e cidades. As pesquisas de liquido amniótico, com algas marinhas e células de espécies invertebrados aquáticos estão dando seus primeiros resultados e os nanolabs estão produzindo biomembranas energéticas antistress.

O iT nanolab, coordenado pelos “experientes designers Tânia (67) e Christian (64) e sua equipe nos apresentam seu mais novo produto: a poltrona Aecha ra’u, “vi um sonho” em guarani.

A poltrona Aecha ra’u é inovadora em vários aspectos:

A biodiversidade da mata e a nanotecnologia possibilitou criar dois materiais surpreendentes e sua combinação é um sucesso. A estrutura é um biomaterial rígido esticável a partir de células de taquara com células ósseas dando com resultado peças de rápido crescimento produzidas ao ar livre dentro da própria floresta, e o estofamento é uma biomembrana energética, membrana flexível translúcida de transmissão de energia, colaborando com o relaxamento dos músculos e neutralizadora das energias estressantes do dia a dia.

O sistema de iluminação auto-sustentável com captação de energia luminosa nas janelas e tubos luminosos de bioresin e nanotubs de carbono na parede.

Design. Tania de Paula, Christian Ullmann e Alessandro Papi Stiatti

A poltrona Aecha ra’u faz parte do núcleo futurista da mostra Da referência à tendência, como o design é percebido, realizada pelo SENAI SP no Espaço FIESP.

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